Ver Critérios para diagnóstico, tipos e subtipos no DSM V e CID10
A
esquizofrenia: Psicose (perda de contato com a realidade) com predisposição
genética para ocorrência, os sintomas devem ser observados por mais de 6 meses
para o diagnostico. Geralmente, identificado dos 10 aos 25 anos.
·
Sintomas
positivos (Quadro agudo, florido): Alucinação e outras desordens de percepção, perda de
sensibilidade ou tiques. Hipersensibilidade a sons, cheiros, paisagens.
Distração: Dificuldade de prestar atenção. Alucinações: auditivas, visuais,
pensamento, vozes...
Fala
desorganizada, atividade delirante, passividade somática, inserção do
pensamento, divulgação do pensamento, roubo do pensamento, imposição de
sentimentos, imposição de atos de vontade, imposição de impulsos
·
Os
sintomas negativos (Quadro crônico, resíduo): Ausência de vontade de trabalhar, de estudar, de
prazer, falta de energia, de interesse, falta de vontade de hábitos higiénicos.
Alogia: Distúrbio do pensamento, pobreza na fala com
conteúdo vago e repetitivo.
Anedonia: Impossibilidade de experienciar prazer,
falta de interesse em atividades lúdicas, relações sexuais, intimidade e
amizade.
Embotamento afetivo: não reage emocionalmente.
·
Outros
sintomas:
Imobilidade catatônica
Afeto inapropriado, reações não sintónicas.
·
Fatores bioquímicos:
o
Krapelin postulou a existência de desequilíbrio
derivado de venenos segregados pelas glândulas sexuais que afetam o cérebro.
Jung chamava esses venenos de Toxina X.
o
Teoria da dopamina: Doença é causada por baixo
nível de dopamina no cérebro, teoria crida baseada no modo de ação dos
antipsicoticos, o remédio (fenotiazinas) aliviam os sintomas e produzem efeito
colateral como no Parkison. Os antipsicoticos bloqueiam a receptação da
dopamina, entretanto, bloqueiam também a serotonina e a norepinefrina.
o
Psicose induzida por anfetamina: Provoca um
estado semelhante a esquizofrenia paranoide ou potencializa os sintomas
esquizofrênicos existentes.
·
Aspectos cerebrais
o
Níveis metabólicos baixo ou falta de ativação
sanguínea no córtex pré-frontal e áreas límbicas, provocando anormalidades
neurológicas.
·
Estresse
o
Estresse social: Hipótese sociogênica, classe
social baixa e aspectos associados.
o
Estresse familiar: Família rejeitadora; super
protetora; auto sacrificante; rígida; moralista.
o
Teoria de Double –Bind defende condições na
origem da esquizofrenia
§
Relação significativa de compreensão total e
adequada
§
Mensagens simultâneas com sentido contrario na
mesma frase, onde a pessoa não pode criticar, mas também não pode fugir.
·
Terapias para a esquizofrenia
o
Tratamento farmacológico responde 25 a 30% das
pessoas, com neurolépticos, antipsicóticos ou fenotiazinas (tranquilizantes
maiores). Com sedativos-hipnóticos/ansiolíticos (tranquilizantes menores).
o
Tratamento psicológico: Educação: Consiste no
ensino da identificação e compreensão das crises, sinais, situações estressantes/desencadeantes,
técnicas de relaxamento e auto reforço.
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