Em seu livro, Goleman descreve a inteligência emocional como impulso para agir e lidar com a vida, obviamente, leva a ações; nos guiam ao enfrentar situações importantes que expõe o sujeito: a dor, a perda, frustrações, o relacionamento e vínculos afetivos, dentre outras. Cada uma delas oferece uma maneira distinta de agir conforme o repertório evolutivo.
A mente emocional e racional pode operar em harmonia, nosso desempenho depende de ambas.
A mente emocional e racional pode operar em harmonia, nosso desempenho depende de ambas.
Portanto, a inteligência emocional pode ser definida como:
Capacidade de motivar-se e persistir diante de frustrações; controlar impulsos e adiar a satisfação; regular próprio estado de espírito e impedir que a aflição invada a capacidade de pensar; criar empatia e esperar, mais probabilidade de sentirem-se satisfeitas e serem eficientes em suas vidas, dominando os hábitos mentais que fomentam sua produtividade;
Aqueles(as) que não conseguem exercer algum controle sobre a vida emocional travam batalhas internas, sabotam sua capacidade de se concentrar no trabalho e pensar com clareza.
Educar a inteligência emocional do cliente, pode levar a capacidade de autocontrole, zelo e persistência, automotivação e empatia. Neste contexto, auxilia na proteção da saúde e bem-estar.
GOLEMAN, Daniel. Inteligência Emocional: A teoria Revolucionaria que redefine o que é ser inteligente. Editora Objetiva. 2001.
GOLEMAN, Daniel. Inteligência Emocional: A teoria Revolucionaria que redefine o que é ser inteligente. Editora Objetiva. 2001.
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